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Esse blog tem como objetivo difundir a Música Popular Brasileira em geral, seja ela qual for: a música do Sul, a musica do Cariri, a Pajeuzeira ou mesmo outros ritmos de regiões diferenciadas. Nasci no Sertão do Pajeú, lugar onde a poesia jorra com muita facilidade e que os Poetas do Repente cospem versos com uma precisão incrível. Sempre tive esta curiosidade de fazer postagens e construir um blog. Aliás, criar um blog é simples e rápido, mas, o difícil mesmo é mantê-lo vivo e pulsante. Uma tarefa difícil e tem que ser feita com muita dedicação e precisão, sei que às vezes agradamos a uns e desagradamos a outros; também pudera, não somos perfeitos e isso acontece em todas as áreas e campos de trabalho. E para que o blog aconteça, tenho que desafiar o meu tempo e fazer propagar até aqueles que acessam e fazem aquisições de temas no gênero da música, da poesia e outros segmentos da cultura brasileira. Não tenho a experiência de um Blogueiro profissional, mas, como se diz: “Experiência só se conquista com tempo, perseverança e dedicação”. É isso aí, espero que curtam esse espaço que faço com exclusividade para vocês.


Obs.: Do lado direito do seu monitor adicionei uma rádio (Cantigas e Cantos) com a finalidade de que você leia e ao mesmo tempo ouça uma seleção musical exclusivamente feita por mim. Também inserí fotos Antigas da Capital da Poesia (S. José do Egito), fotos retiradas do Baú do Jornalista Marcos Cirano.


Texto: Gilberto Lopes

Criador do Blog.

sábado, 2 de maio de 2015

A poesia da poetisa Dayane Rocha















Esquecida fiquei, por entre as rimas
Um fantasma do nada eu me tornei
Entre amores, canções e tantos climas
Vejo, hoje, que só, aqui fiquei.
Com às paredes eu tenho conversado
Muita gente já tem me observado
Com sarcasmo pra mim mostra o sorriso
Mas, que culpa é que eu tenho de assim ser?
Se nas horas que eu vou escrever
Eu só acho tristeza no improviso.

No silêncio da noite, o corpo aflito
Sente a ânsia crescer, de hora em hora
Todo peito que grita e depois chora
Não consegue escutar o som do grito.
Quem na raiva se vai, volta contrito
E quem fica nem sempre tem razão
Não é fácil calar o coração
Quando a voz da saudade é quem reclama.
Todo espaço vazio em uma cama
É sinal de um amor... de solidão.

Hoje eu posso dizer que seu cangote
É o melhor cangote que eu cheirei
Sua boca é tão doce, e eu bem sei
Que ela serviu pra mim mais que um mote.
Cheguei com muita sede nesse pote
E você saciou minha vontade
Porque minha carência na verdade
É por causa da falta que ele faz.
Pode haver outra dor que doa mais
Mas é muito menor, que a da saudade.


Dayane Rocha

Facebook da Autora

Um comentário:

  1. Boa tarde, sou 1º secretário da Academia Caruaruense de Literatura de Cordel e estamos precisando da biografia da poetisa Dayane Rocha, alguém pode nos ajudar? Favor enviar para nelsonteatrolima@gmail.com, obrigado.

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