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Esse blog tem como objetivo difundir a Música Popular Brasileira em geral, seja ela qual for: a música do Sul, a musica do Cariri, a Pajeuzeira ou mesmo outros ritmos de regiões diferenciadas. Nasci no Sertão do Pajeú, lugar onde a poesia jorra com muita facilidade e que os Poetas do Repente cospem versos com uma precisão incrível. Sempre tive esta curiosidade de fazer postagens e construir um blog. Aliás, criar um blog é simples e rápido, mas, o difícil mesmo é mantê-lo vivo e pulsante. Uma tarefa difícil e tem que ser feita com muita dedicação e precisão, sei que às vezes agradamos a uns e desagradamos a outros; também pudera, não somos perfeitos e isso acontece em todas as áreas e campos de trabalho. E para que o blog aconteça, tenho que desafiar o meu tempo e fazer propagar até aqueles que acessam e fazem aquisições de temas no gênero da música, da poesia e outros segmentos da cultura brasileira. Não tenho a experiência de um Blogueiro profissional, mas, como se diz: “Experiência só se conquista com tempo, perseverança e dedicação”. É isso aí, espero que curtam esse espaço que faço com exclusividade para vocês.


Obs.: Do lado direito do seu monitor adicionei uma rádio (Cantigas e Cantos) com a finalidade de que você leia e ao mesmo tempo ouça uma seleção musical exclusivamente feita por mim. Também inserí fotos Antigas da Capital da Poesia (S. José do Egito), fotos retiradas do Baú do Jornalista Marcos Cirano.


Texto: Gilberto Lopes

Criador do Blog.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Poesia: "Tudo passa, na vida tudo passa / Mas nem tudo que passa a gente esquece" , por Henrique Brandão

 

Já dizia a poetisa Das Neves Marinho:

"Tudo passa, na vida tudo passa
Mas nem tudo que passa a gente esquece" 

Tudo que eu passo na vida
Me deixa um aprendizado
Eu já fui muito humilhado
Cada dor, uma ferida
Cada pedra recebida
Juntei e fiz a morada
E nunca fiz de escada
Quem já me estendeu a mão
É triste a decepção
De quem faz escolha errada.

Somos escravos do medo
Reféns da impunidade
Pois a palavra verdade
Pra mim, um grande segredo
Pra quê seguir um enredo
Eu mesmo faço a estrada
A alma mesmo arranhada 
Não dá um só passo em vão
É triste a decepção
De quem faz escolha errada.

A certeza absoluta
Que tenho, somente a morte
Não creia somente em sorte
Veja o valor da labuta
O resultado da luta
No final já não importa
O prazer que nos conforta
Vem da nossa honestidade
Quando isto não for verdade
A esperança está morta.

Henrique Brandão

Blog Pajeú da Gente

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