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Esse blog tem como objetivo difundir a Música Popular Brasileira em geral, seja ela qual for: a música do Sul, a musica do Cariri, a Pajeuzeira ou mesmo outros ritmos de regiões diferenciadas. Nasci no Sertão do Pajeú, lugar onde a poesia jorra com muita facilidade e que os Poetas do Repente cospem versos com uma precisão incrível. Sempre tive esta curiosidade de fazer postagens e construir um blog. Aliás, criar um blog é simples e rápido, mas, o difícil mesmo é mantê-lo vivo e pulsante. Uma tarefa difícil e tem que ser feita com muita dedicação e precisão, sei que às vezes agradamos a uns e desagradamos a outros; também pudera, não somos perfeitos e isso acontece em todas as áreas e campos de trabalho. E para que o blog aconteça, tenho que desafiar o meu tempo e fazer propagar até aqueles que acessam e fazem aquisições de temas no gênero da música, da poesia e outros segmentos da cultura brasileira. Não tenho a experiência de um Blogueiro profissional, mas, como se diz: “Experiência só se conquista com tempo, perseverança e dedicação”. É isso aí, espero que curtam esse espaço que faço com exclusividade para vocês.


Obs.: Do lado direito do seu monitor adicionei uma rádio (Cantigas e Cantos) com a finalidade de que você leia e ao mesmo tempo ouça uma seleção musical exclusivamente feita por mim. Também inserí fotos Antigas da Capital da Poesia (S. José do Egito), fotos retiradas do Baú do Jornalista Marcos Cirano.


Texto: Gilberto Lopes

Criador do Blog.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Poesia: "Do Cajueiro a Bonfim", por Pe. Luisinho Ferreira


Aos que nasceram, viveram ou conheceram este pedacinho de terra no meu Pajeú; que vai do Sítio Cajueiro, município de Tuparetama até o distrito de Bonfim, município de São José do Egito

DO CAJUEIRO A BONFIM

Passei a perna no cavalo da saudade
E viajei embalado na lembrança
E no galope do tempo que foi de ouro
Retive o choro para narrar minha andança 

Cadê mãe Biu, Noel Bezerra e Doda
Onde é que anda, Teteco e Boaventura
Andrelina e Preta de Néco Jorge
O Deus que trás ,também leva a criatura

Não vi Amélia, nem Joaquim Baé marcando
Uma quadrilha numa noite de São João
Não encontrei, mãe Mina nem Tiadora
Cadente estrelas da nossa constelação

E ao descer a ladeira não vi mais
Lelpoldino comandando sua prole
Nem seu floro, na casa da alegria
Moleca chora, não tem mais dança de fole

No Riacho, Aiazinha me deu água
Tirei num xote, até chegar em Bonfim
Pedi a bênção ao meu São Severino
Festa de ano, não tem mais Pedro Bentim

Neste galope; parei, rezei e pedi
Que Deus console, um coração magoado
Pela saudade cruciante no presente
Do que vivi e aprendi no meu passado

Pe. Luisinho Ferreira

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CANTIGAS E CANTOS

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