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Esse blog tem como objetivo difundir a Música Popular Brasileira em geral, seja ela qual for: a música do Sul, a musica do Cariri, a Pajeuzeira ou mesmo outros ritmos de regiões diferenciadas. Nasci no Sertão do Pajeú, lugar onde a poesia jorra com muita facilidade e que os Poetas do Repente cospem versos com uma precisão incrível. Sempre tive esta curiosidade de fazer postagens e construir um blog. Aliás, criar um blog é simples e rápido, mas, o difícil mesmo é mantê-lo vivo e pulsante. Uma tarefa difícil e tem que ser feita com muita dedicação e precisão, sei que às vezes agradamos a uns e desagradamos a outros; também pudera, não somos perfeitos e isso acontece em todas as áreas e campos de trabalho. E para que o blog aconteça, tenho que desafiar o meu tempo e fazer propagar até aqueles que acessam e fazem aquisições de temas no gênero da música, da poesia e outros segmentos da cultura brasileira. Não tenho a experiência de um Blogueiro profissional, mas, como se diz: “Experiência só se conquista com tempo, perseverança e dedicação”. É isso aí, espero que curtam esse espaço que faço com exclusividade para vocês.


Obs.: Do lado direito do seu monitor adicionei uma rádio (Cantigas e Cantos) com a finalidade de que você leia e ao mesmo tempo ouça uma seleção musical exclusivamente feita por mim. Também inserí fotos Antigas da Capital da Poesia (S. José do Egito), fotos retiradas do Baú do Jornalista Marcos Cirano.


Texto: Gilberto Lopes

Criador do Blog.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Poesia: "Saudades do Pajeú" um soneto de Gilmar Leite

Foto: Marcelo Patriota

Saudades do Pajeú

Pajeú, a saudade que escorre no peito
Me afoga nas águas da melancolia,
Quando me lembro da enchente de poesia,
Deslizando no dorso do encantado leito.

Sobre minha memória, inda sinto o efeito,
Das poéticas noites de muita boemia,
Embalada ao som de alguma cantoria,
Onde o vate cantava seu verso perfeito.

Guardo dentro do coração doce lembrança,
Dos mergulhos da minha época de criança,
Sobre as águas que passavam em turbilhão.

Hoje vivo afogado num triste desgosto,
Vendo o rio da saudade transbordar o rosto
Inundando o meu peto de recordação.

Gilmar Leite.

Fonte: Águas do Pajeú

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