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Para Que Vim


Esse blog tem como objetivo difundir a Música Popular Brasileira em geral, seja ela qual for: a música do Sul, a musica do Cariri, a Pajeuzeira ou mesmo outros ritmos de regiões diferenciadas. Nasci no Sertão do Pajeú, lugar onde a poesia jorra com muita facilidade e que os Poetas do Repente cospem versos com uma precisão incrível. Sempre tive esta curiosidade de fazer postagens e construir um blog. Aliás, criar um blog é simples e rápido, mas, o difícil mesmo é mantê-lo vivo e pulsante. Uma tarefa difícil e tem que ser feita com muita dedicação e precisão, sei que às vezes agradamos a uns e desagradamos a outros; também pudera, não somos perfeitos e isso acontece em todas as áreas e campos de trabalho. E para que o blog aconteça, tenho que desafiar o meu tempo e fazer propagar até aqueles que acessam e fazem aquisições de temas no gênero da música, da poesia e outros segmentos da cultura brasileira. Não tenho a experiência de um Blogueiro profissional, mas, como se diz: “Experiência só se conquista com tempo, perseverança e dedicação”. É isso aí, espero que curtam esse espaço que faço com exclusividade para vocês.


Obs.: Do lado direito do seu monitor adicionei uma rádio (Cantigas e Cantos) com a finalidade de que você leia e ao mesmo tempo ouça uma seleção musical exclusivamente feita por mim. Também inserí fotos Antigas da Capital da Poesia (S. José do Egito), fotos retiradas do Baú do Jornalista Marcos Cirano.


Texto: Gilberto Lopes

Criador do Blog.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Poesia: "Legítima defesa", um soneto de Valdenor Almeida


Legítima Defesa

No júri do amor eu fui acusado
De ter cometido ato violento
Nem sei se foi crime meu procedimento
Só tenho certeza que o fiz obrigado

Seria injustiça eu ser condenado
Por uma atitude que, digo e sustento.
Era eu ou ele, naquele momento,
Por sorte escapei, mas foi machucado.

Ele de quem falo, não era um bandido,
Apenas um amor não correspondido
Que tirei do peito por necessidade

Matei esse amor em legítima defesa
S’eu não o matasse, com toda certeza,
Teria morrido de tanta saudade

Valdenor de Almeida


Facebook de Rachel Rabelo

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