
Que eu grito, que eu brigo
Pode dizer que eu imploro
E vivo nesse castigo
Pode dizer que eu jogo
Na bebida eu me afogo
E durmo num violão
Melhor uma língua falando
Do que um falso amor matando
Meu resto de coração
Hoje em dia é o meu lema
Diga que a poesia
Tá virando meu dilema
Diga que os velhos vinis
Que ouvir eu sempre quis
Perderam a sua essência
Diga que a minha escada
Para o chão foi apontada
E eu vivo em decadência
Da tua ignorância
Que eu só rio "sem maldade"
Desse seu mar de arrogância
Se você está "ruendo"
Por sem mim estar vivendo
Diga que sou eu então
Que sigo no teu galope.
É sinal que eu dou IBOPE
Dentro do seu coração!
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