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Para Que Vim


Esse blog tem como objetivo difundir a Música Popular Brasileira em geral, seja ela qual for: a música do Sul, a musica do Cariri, a Pajeuzeira ou mesmo outros ritmos de regiões diferenciadas. Nasci no Sertão do Pajeú, lugar onde a poesia jorra com muita facilidade e que os Poetas do Repente cospem versos com uma precisão incrível. Sempre tive esta curiosidade de fazer postagens e construir um blog. Aliás, criar um blog é simples e rápido, mas, o difícil mesmo é mantê-lo vivo e pulsante. Uma tarefa difícil e tem que ser feita com muita dedicação e precisão, sei que às vezes agradamos a uns e desagradamos a outros; também pudera, não somos perfeitos e isso acontece em todas as áreas e campos de trabalho. E para que o blog aconteça, tenho que desafiar o meu tempo e fazer propagar até aqueles que acessam e fazem aquisições de temas no gênero da música, da poesia e outros segmentos da cultura brasileira. Não tenho a experiência de um Blogueiro profissional, mas, como se diz: “Experiência só se conquista com tempo, perseverança e dedicação”. É isso aí, espero que curtam esse espaço que faço com exclusividade para vocês.


Obs.: Do lado direito do seu monitor adicionei uma rádio (Cantigas e Cantos) com a finalidade de que você leia e ao mesmo tempo ouça uma seleção musical exclusivamente feita por mim. Também inserí fotos Antigas da Capital da Poesia (S. José do Egito), fotos retiradas do Baú do Jornalista Marcos Cirano.


Texto: Gilberto Lopes

Criador do Blog.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Poesia: "À árvore e ao impressor", um soneto de Gregório Filomeno


À ÁRVORE E AO IMPRESSOR

Plante uma árvore, previna o futuro
Trate o planeta com maior cuidado
Sinta o prazer de ter realizado
Um ato digno de um espírito puro

Faça o "papel" de um impressor maduro
Ao reciclar todo papel usado
Quem poupa a flora tem por resultado
A garantia de um porvir seguro

Plantar sementes, proteger a terra
Não derrubar o madeiral da serra
É o dever de todo cidadão

Dignidade a gente alcança assim
Pra ser feliz e não sentir no fim
O desprazer de ter vivido em vão.


Gregório Filomeno Menezes
Gregorio Filomeno Menezes

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