
Coberta em seu escuro manto
Cravejado com um tanto
De estrelas cintilantes
Que os vaga-lumes errantes
Se esforçam em arremedar
O claro fino do luar
Dá folga ao sol enfadado
E pra plantação do roçado
No sereno da noite se banhar
É a noite no sertão
Camuflada na escuridão
A raposa sai em caça
Nosso lençol se amaça
Em tuas curvas ‘vistosa’
As Três Marias ‘dengosa’
Espiando lá de cima
Uma serenata ao clima
De uma viola chorosa

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