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Esse blog tem como objetivo difundir a Música Popular Brasileira em geral, seja ela qual for: a música do Sul, a musica do Cariri, a Pajeuzeira ou mesmo outros ritmos de regiões diferenciadas. Nasci no Sertão do Pajeú, lugar onde a poesia jorra com muita facilidade e que os Poetas do Repente cospem versos com uma precisão incrível. Sempre tive esta curiosidade de fazer postagens e construir um blog. Aliás, criar um blog é simples e rápido, mas, o difícil mesmo é mantê-lo vivo e pulsante. Uma tarefa difícil e tem que ser feita com muita dedicação e precisão, sei que às vezes agradamos a uns e desagradamos a outros; também pudera, não somos perfeitos e isso acontece em todas as áreas e campos de trabalho. E para que o blog aconteça, tenho que desafiar o meu tempo e fazer propagar até aqueles que acessam e fazem aquisições de temas no gênero da música, da poesia e outros segmentos da cultura brasileira. Não tenho a experiência de um Blogueiro profissional, mas, como se diz: “Experiência só se conquista com tempo, perseverança e dedicação”. É isso aí, espero que curtam esse espaço que faço com exclusividade para vocês.


Obs.: Do lado direito do seu monitor adicionei uma rádio (Cantigas e Cantos) com a finalidade de que você leia e ao mesmo tempo ouça uma seleção musical exclusivamente feita por mim. Também inserí fotos Antigas da Capital da Poesia (S. José do Egito), fotos retiradas do Baú do Jornalista Marcos Cirano.


Texto: Gilberto Lopes

Criador do Blog.

domingo, 14 de setembro de 2014

Memória da televisão » Programa de humor de 1981 mostra a genialidade de Chico Anysio

Bozó, Santelmo, Nazareno e Coalhada marcaram a atração "Chico total", exibido pelo canal Viva atualmente

Quando, há dois anos, morreu o comediante Chico Anysio, as redes sociais e a mídia foram tomadas por homenagens ao artista. Uma das mais emblemáticas foi a frase “Morrem Chico Anysio”, numa clara referência aos inúmeros personagens que marcaram a carreira dele. Para quem ainda duvida dessa genialidade, basta se lembrar do programa Chico total, no qual o ator interpretava 33 tipos diferentes.

O diferencial de Chico total era que nele não havia uma sucessão de esquetes, como em O planeta dos homens, sucesso entre 1976 e 1982. Na atração, um personagem era escolhido para ser apresentado em detalhes durante um bloco inteiro.

Entre tantos papéis, alguns acabavam ganhando o público. É o caso de Bozó, funcionário da emissora. Segundo consta, o tipo foi inspirado em um trabalhador gago da Globo. Também tinha Santelmo, aquele brasileiro que falava apenas a verdade e tinha olhos somente para a mulher Dona Dadivosa. Entre os bordões: “Eu não sei mentir…” e “Ô, vida!”.

Coalhada, ou Otávio Arlindo Antunes do Nascimento, era um jogador de futebol vesgo que, apesar de dizer que era um craque, todos o consideravam péssimo. Já Nazareno era o típico machista que tratava mal a esposa, pois ela era muito feia. O bordão “Ca-la-da!” voltou a ser famoso.

Atrás do artista, havia um time de redatores e diretores igualmente talentosos. Entre eles, destacam-se Ziraldo (O Menino maluquinho) e Mário Tupinambá, que ficou famoso ao interpretar Bertoldo Brecha (“Veeeeeenhaaaa”) na Escolinha do professor Raimundo.

O programa era mensal, exibido às 21h das terças-feiras, na TV Globo. Foram, ao todo, nove edições, de março a dezembro de 1981. Em seguida, a atração voltou ao ar em abril de 1996, aos sábados à noite. Para quem quiser matar a saudade, Chico total é exibido pelo canal tevê por assinatura Viva.

Saiba Mais

Amarelo
Apesar de já ter inúmeros personagens, Chico Anysio criou mais um para o programa: o nordestino retirante Amarelo. A principal característica, segundo o site Memória Globo, era sobreviver às mais difíceis provações. Com ele, Chico homenageou os imigrantes que saíam do Nordeste.

Retomada
Após 15 anos, o programa Chico total voltou ao ar. Segundo o Memória Globo, geralmente, eram exibidas em cenários de programas antigos de Chico Anysio. No entanto, foi retirado da programação no mesmo ano por dois motivos: baixa audiência e uma paralisia labial que fez Chico se afastar. O artista só voltou ao ar dois anos depois, quando estreou O belo e as feras.

Diário de Pernambuco


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