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Para Que Vim


Esse blog tem como objetivo difundir a Música Popular Brasileira em geral, seja ela qual for: a música do Sul, a musica do Cariri, a Pajeuzeira ou mesmo outros ritmos de regiões diferenciadas. Nasci no Sertão do Pajeú, lugar onde a poesia jorra com muita facilidade e que os Poetas do Repente cospem versos com uma precisão incrível. Sempre tive esta curiosidade de fazer postagens e construir um blog. Aliás, criar um blog é simples e rápido, mas, o difícil mesmo é mantê-lo vivo e pulsante. Uma tarefa difícil e tem que ser feita com muita dedicação e precisão, sei que às vezes agradamos a uns e desagradamos a outros; também pudera, não somos perfeitos e isso acontece em todas as áreas e campos de trabalho. E para que o blog aconteça, tenho que desafiar o meu tempo e fazer propagar até aqueles que acessam e fazem aquisições de temas no gênero da música, da poesia e outros segmentos da cultura brasileira. Não tenho a experiência de um Blogueiro profissional, mas, como se diz: “Experiência só se conquista com tempo, perseverança e dedicação”. É isso aí, espero que curtam esse espaço que faço com exclusividade para vocês.


Obs.: Do lado direito do seu monitor adicionei uma rádio (Cantigas e Cantos) com a finalidade de que você leia e ao mesmo tempo ouça uma seleção musical exclusivamente feita por mim. Também inserí fotos Antigas da Capital da Poesia (S. José do Egito), fotos retiradas do Baú do Jornalista Marcos Cirano.


Texto: Gilberto Lopes

Criador do Blog.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Poesia: "Abandono", um soneto de João Batista de Siqueira "Cancão"


ABANDONO

Não quero mais o teu amor, perjura
Não me seduzas, coração fingido
Repara, vê como eu estou ferido
Por teu sorriso de voraz ternura

És como a cobra ao sentir bravura
Das criaturas que já tem mordido
Em teu espírito há um mal contido
Pra teu veneno não existe cura

Foge pra longe com os teus encantos
Enxuga noutro teus malditos prantos
Não me atormente com teus falsos ‘ais’

Esquece os tempos que jamais revivem
Deixa eu viver como as aves vivem
Por minha vida não pergunte mais.

João Batista de Siqueira “Cancão”

Soneto extraído do livro: “Palavras ao plenilúnio”, de Lindoaldo Campos

CANTIGAS E CANTOS

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