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Esse blog tem como objetivo difundir a Música Popular Brasileira em geral, seja ela qual for: a música do Sul, a musica do Cariri, a Pajeuzeira ou mesmo outros ritmos de regiões diferenciadas. Nasci no Sertão do Pajeú, lugar onde a poesia jorra com muita facilidade e que os Poetas do Repente cospem versos com uma precisão incrível. Sempre tive esta curiosidade de fazer postagens e construir um blog. Aliás, criar um blog é simples e rápido, mas, o difícil mesmo é mantê-lo vivo e pulsante. Uma tarefa difícil e tem que ser feita com muita dedicação e precisão, sei que às vezes agradamos a uns e desagradamos a outros; também pudera, não somos perfeitos e isso acontece em todas as áreas e campos de trabalho. E para que o blog aconteça, tenho que desafiar o meu tempo e fazer propagar até aqueles que acessam e fazem aquisições de temas no gênero da música, da poesia e outros segmentos da cultura brasileira. Não tenho a experiência de um Blogueiro profissional, mas, como se diz: “Experiência só se conquista com tempo, perseverança e dedicação”. É isso aí, espero que curtam esse espaço que faço com exclusividade para vocês.


Obs.: Do lado direito do seu monitor adicionei uma rádio (Cantigas e Cantos) com a finalidade de que você leia e ao mesmo tempo ouça uma seleção musical exclusivamente feita por mim. Também inserí fotos Antigas da Capital da Poesia (S. José do Egito), fotos retiradas do Baú do Jornalista Marcos Cirano.


Texto: Gilberto Lopes

Criador do Blog.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Poesia: "Palco dos versos", Um soneto de Marcos Rangel


Para quem não conheceu a (Bodega de Edivaldo Mariano) no tempo que era frequentada, “sem nenhuma modéstia afirmo”, pelos maiores poetas do mundo, a saudade daquele tempo, com certeza vem á mente. E eu tive o orgulho de ter passado por aquele lugar, e tive o prazer de ainda presenciar alguns encontros de pé de parede, e afirmo com toda certeza: A poesia de São José do Egito tem um sentimento de força que está presente naquele lugar.

PALCO DOS VERSOS

Hoje eu torno evidente
Nesse soneto inspirado
A falta que a gente sente
Dos teus versos do passado

Esse palco do repente
Será sempre sombreado
Pela planta da semente
De um poeta iluminado

Foi nesse pé de balcão
Aonde a inspiração
Veio matar a sua sede

Decantando seus dilemas
E imprimindo poemas
Junto a seu pé de parede.

Poeta Marcos Rangel

Soneto retirado do Livro de Marcos Rangel “Espelho”


CANTIGAS E CANTOS

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