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Esse blog tem como objetivo difundir a Música Popular Brasileira em geral, seja ela qual for: a música do Sul, a musica do Cariri, a Pajeuzeira ou mesmo outros ritmos de regiões diferenciadas. Nasci no Sertão do Pajeú, lugar onde a poesia jorra com muita facilidade e que os Poetas do Repente cospem versos com uma precisão incrível. Sempre tive esta curiosidade de fazer postagens e construir um blog. Aliás, criar um blog é simples e rápido, mas, o difícil mesmo é mantê-lo vivo e pulsante. Uma tarefa difícil e tem que ser feita com muita dedicação e precisão, sei que às vezes agradamos a uns e desagradamos a outros; também pudera, não somos perfeitos e isso acontece em todas as áreas e campos de trabalho. E para que o blog aconteça, tenho que desafiar o meu tempo e fazer propagar até aqueles que acessam e fazem aquisições de temas no gênero da música, da poesia e outros segmentos da cultura brasileira. Não tenho a experiência de um Blogueiro profissional, mas, como se diz: “Experiência só se conquista com tempo, perseverança e dedicação”. É isso aí, espero que curtam esse espaço que faço com exclusividade para vocês.


Obs.: Do lado direito do seu monitor adicionei uma rádio (Cantigas e Cantos) com a finalidade de que você leia e ao mesmo tempo ouça uma seleção musical exclusivamente feita por mim. Também inserí fotos Antigas da Capital da Poesia (S. José do Egito), fotos retiradas do Baú do Jornalista Marcos Cirano.


Texto: Gilberto Lopes

Criador do Blog.

domingo, 12 de janeiro de 2014

MÚSICA: Covers perpetuam o legado de Reginaldo Rossi

O Rei do Brega era um incentivador dos cantores que o imitavam e divulgavam a sua música

Moura Rossi é um dos covers de Reginaldo Rossi. Ele chegou a pegar carona num helicóptero para não perder um show / Divulgação

Moura Rossi é um dos covers de Reginaldo Rossi. Ele chegou a pegar carona

 num helicóptero para não perder um show

Divulgação

 cearense Francisco Arizélio Cabral Guerreiro teve um sonho. No fatídico dia 20 de dezembro de 2013, sonhou com seu ídolo Reginaldo  Rossi, de quem é cantor cover há três anos: “No dia de sua morte, eu acordei sonhando com ele. Chamava para eu ir ao hotel em que ele estava e pedia para eu cantar umas seis ou oito musicas em seu lugar, porque não estava mais aguentando fazer o show sozinho. E me disse: Ary Rossi, era como me chamava, eu vou mandar os músicos pegar seu tom. Ai eu dizia, eu lhe dou o meu CD e eles ensaiam por ele. Reginaldo dizia: ‘Legal’, e ria. Ele se despediu, acenamos um para o outro”. Ele despertou desse sonho, por dona Jucineide, sua esposa: “Ela me perguntou o que estava havendo por que eu acordei meio diferente. Contei o sonho a ela”


Mais tarde, enquanto se dirigia para ao Centro de Fortaleza, o celular tocou várias vezes: “Pedi a minha esposa para atender. Era o diretor da TV Verdes Mares me comunicando o ocorrido e pedindo para eu ir à emissora participar do programa João Inácio show. Parei o carro e chorei muito”. As lágrimas correram dos olhos de Ary Rossi, assim como escorreram dos olhos das dezenas de imitadores de Reginaldo Rossi País afora. Seus nomes variam. Podem se chamar Natan, Moura, Wilson ou Walter Ludugero. Todos têm aposto ao nome, o  sobrenome Rossi. Que, por sinal, o próprio Reginaldo Rossi, matriz de todos eles, também não ostentava em seu registro de nascimento (chamava-se Reginaldo Rodrigues dos Santos).


Walter Ludugero nem chegou a chorar a morte do ídolo. Faleceu em fevereiro de 2012, em Sobral (CE), onde morava, de onde partia para cantar o repertório do Rei do Brega na região do Cariri cearense, estendendo-se até o Piauí. O que não falta para os covers de um dos cantores mais populares do Norte e do Nordeste é palco.
Que o diga o limoeirense José Edvaldo de Moura, ou Moura Rossi. Ele estava com 15 shows agendados para o mês de dezembro. Com a morte do original, o cover realizou os 15 shows em oito dias. Enquanto Natanael Gomes da Silva Filho, Natan Rossi, foi entrevistado no programa Supermanhã, de Geraldo Freire (na Rádio Jornal), e só não aceita mais compromissos porque a firma em que trabalha não o libera com facilidade. “Infelizmente não fui ao velório nem ao enterro de Reginaldo porque estava no trabalho”, lamenta. Natan começou na música na função de contra-regra o que se chama hoje de roadie. O faz tudo numa banda de baile, a J.M. Som: “Eles me davam uma  colher de chá quando paravam para o intervalo. Eu entrava e cantava músicas de Reginaldo”, conta Natan.


rabalhando no meio artístico, Natan conheceu cantores como Belo Xis, Tarcys Andrade, Zé Ribeiro, Zai Gomide. “Depois da minha participação, Belo Xis perguntou de quem era a música que cantei. Disse que era minha e ele pediu que eu fizesse um fita, prometeu que ia dar um jeito de gravar um disco”, conta ele. “Alguns dias depois encontro Belo e ele me diz que não conseguiu, não deu. Fiquei muito triste. Ele vai indo embora, e de repente, volta rindo, e diz que vou gravar um compacto”, diz Natan, que chegou a gravar regularmente pela Polydisc. O compacto a que se refere intitulase Altamente apaixonado, quando ainda se assinava apenas Natan. O Rossi lhe foi sugerido pelo cantor Alberto Kelly

jconline.

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