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Esse blog tem como objetivo difundir a Música Popular Brasileira em geral, seja ela qual for: a música do Sul, a musica do Cariri, a Pajeuzeira ou mesmo outros ritmos de regiões diferenciadas. Nasci no Sertão do Pajeú, lugar onde a poesia jorra com muita facilidade e que os Poetas do Repente cospem versos com uma precisão incrível. Sempre tive esta curiosidade de fazer postagens e construir um blog. Aliás, criar um blog é simples e rápido, mas, o difícil mesmo é mantê-lo vivo e pulsante. Uma tarefa difícil e tem que ser feita com muita dedicação e precisão, sei que às vezes agradamos a uns e desagradamos a outros; também pudera, não somos perfeitos e isso acontece em todas as áreas e campos de trabalho. E para que o blog aconteça, tenho que desafiar o meu tempo e fazer propagar até aqueles que acessam e fazem aquisições de temas no gênero da música, da poesia e outros segmentos da cultura brasileira. Não tenho a experiência de um Blogueiro profissional, mas, como se diz: “Experiência só se conquista com tempo, perseverança e dedicação”. É isso aí, espero que curtam esse espaço que faço com exclusividade para vocês.


Obs.: Do lado direito do seu monitor adicionei uma rádio (Cantigas e Cantos) com a finalidade de que você leia e ao mesmo tempo ouça uma seleção musical exclusivamente feita por mim. Também inserí fotos Antigas da Capital da Poesia (S. José do Egito), fotos retiradas do Baú do Jornalista Marcos Cirano.


Texto: Gilberto Lopes

Criador do Blog.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Luto na poesia: Poetas fazem homenagens a Zé de Mariano


Meus sentimos aos familiares de Zé de Mariano. Jeverson, todo o Pajeú sente essa imensurável perda, mas te envolve num fraterno abraço! Paz poeta!

O meu peito soluça de saudade
Foi-se Zé, versejar na imensidão
O poeta com a cara do sertão
Foi cantar o sertão na eternidade
Sua verve, pra mim foi raridade
Me banhei no seu mar de poesia
Tinha Zé, a doçura e a magia
Do melaço da flor da caatingueira 
E lá no céu se abriu uma clareira
Encantando José, num lindo dia.

Henrique Brandão

A família de Zé foi abalada.
Num há verso no mundo que conforte.
Muitas vezes a dor que vem da morte
Faz a boca ficar sem dizer nada.
Mesmo assim, com a fala agoniada,
Vou levar um abraço para os seus.
Quando a morte invadiu os lares meus,
Os abraços me deram força e fé.
Ofereço a família de José
O abraço melhor vindo de Deus.

Caio Meneses

A estrada deu fim a mais um "Zé"
Mas jamais dará fim a sua falta
Que virou outdoor em caixa alta
Nas lembranças guardadas pela fé
Sei que a dor do seu filho, Jeferson, é
Tão profunda que só o tempo tira...
Quem me dera ajudar a quem respira
Sem poder desfazer o que foi feito!
Só o lenço de Deus pode dar jeito
À angústia sentida por Tabira!

Zé Adalberto


Fonte: Pajeú da Gente

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