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Esse blog tem como objetivo difundir a Música Popular Brasileira em geral, seja ela qual for: a música do Sul, a musica do Cariri, a Pajeuzeira ou mesmo outros ritmos de regiões diferenciadas. Nasci no Sertão do Pajeú, lugar onde a poesia jorra com muita facilidade e que os Poetas do Repente cospem versos com uma precisão incrível. Sempre tive esta curiosidade de fazer postagens e construir um blog. Aliás, criar um blog é simples e rápido, mas, o difícil mesmo é mantê-lo vivo e pulsante. Uma tarefa difícil e tem que ser feita com muita dedicação e precisão, sei que às vezes agradamos a uns e desagradamos a outros; também pudera, não somos perfeitos e isso acontece em todas as áreas e campos de trabalho. E para que o blog aconteça, tenho que desafiar o meu tempo e fazer propagar até aqueles que acessam e fazem aquisições de temas no gênero da música, da poesia e outros segmentos da cultura brasileira. Não tenho a experiência de um Blogueiro profissional, mas, como se diz: “Experiência só se conquista com tempo, perseverança e dedicação”. É isso aí, espero que curtam esse espaço que faço com exclusividade para vocês.


Obs.: Do lado direito do seu monitor adicionei uma rádio (Cantigas e Cantos) com a finalidade de que você leia e ao mesmo tempo ouça uma seleção musical exclusivamente feita por mim. Também inserí fotos Antigas da Capital da Poesia (S. José do Egito), fotos retiradas do Baú do Jornalista Marcos Cirano.


Texto: Gilberto Lopes

Criador do Blog.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Poesia: A densidade das palavras, por Virgílio Siqueira

Gravura: Mateus Veloso
                                                       











A densidade das palavras

Quando aferires o peso das palavras
Sentirás que em muitos casos
A densidade do silêncio
Dos amálgamas

Tece
O tom cortante; palavra/lâmina
Rasgo/lampejo

Fazem-se de aço; às vezes, fio
Quando tesas, emitem
Som de harpejo

Palavras são assim, de plumas
Quando precisam toar
O voo do ensejo

Palavra pedra esmaga e amola
E também atrita bruta
Rocha; brita

Britadeira canta estrofe atritada
Estruturada em pedra
Sé ou cripta

Palavras semeadas: grãos e lavras

Dos amálgamas
À densidade do silêncio
Retinirá na pele dos tímpanos
Quando aferires, o peso das palavras

Virgílio Siqueira

Virgilio Siqueira

Fonte: Facebook (Linha do tempo do autor)

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