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Para Que Vim


Esse blog tem como objetivo difundir a Música Popular Brasileira em geral, seja ela qual for: a música do Sul, a musica do Cariri, a Pajeuzeira ou mesmo outros ritmos de regiões diferenciadas. Nasci no Sertão do Pajeú, lugar onde a poesia jorra com muita facilidade e que os Poetas do Repente cospem versos com uma precisão incrível. Sempre tive esta curiosidade de fazer postagens e construir um blog. Aliás, criar um blog é simples e rápido, mas, o difícil mesmo é mantê-lo vivo e pulsante. Uma tarefa difícil e tem que ser feita com muita dedicação e precisão, sei que às vezes agradamos a uns e desagradamos a outros; também pudera, não somos perfeitos e isso acontece em todas as áreas e campos de trabalho. E para que o blog aconteça, tenho que desafiar o meu tempo e fazer propagar até aqueles que acessam e fazem aquisições de temas no gênero da música, da poesia e outros segmentos da cultura brasileira. Não tenho a experiência de um Blogueiro profissional, mas, como se diz: “Experiência só se conquista com tempo, perseverança e dedicação”. É isso aí, espero que curtam esse espaço que faço com exclusividade para vocês.


Obs.: Do lado direito do seu monitor adicionei uma rádio (Cantigas e Cantos) com a finalidade de que você leia e ao mesmo tempo ouça uma seleção musical exclusivamente feita por mim. Também inserí fotos Antigas da Capital da Poesia (S. José do Egito), fotos retiradas do Baú do Jornalista Marcos Cirano.


Texto: Gilberto Lopes

Criador do Blog.

domingo, 28 de julho de 2013

Poesia: Colibri", "Absurdidade" > > Dois Sonetos, por Flávio Petrônio



COLIBRI

Jamais desejo ser algo exclusivo
A merecer a essência do jasmim.
Tudo o que se inicia tem meio e tem fim
Não me deixando da paixão cativo.

Você não me entende sendo impulsivo,
Nem haverás de aceitar sendo eu assim:
Um beija flor sobrevoando um jardim
Distribuindo todo o seu amor nativo.

Já não quero sentir o teu perfume,
O seu aroma é uma tragédia do ciúme,
Prenunciando o lado vão desta espera.

É que todo o fruto da tua semente
Obrigou meu coração a ser dormente
Ansiando o despontar da primavera.

Flávio Petrônio, 
São José do Egito-PE, 2004


ABSURDIDADE

Sou um espantalho que o espelho espantou,
Eu sou a sombra sem um teto ao meio dia.
Sou fóssil onde jaz a mãe poesia,
Que o mundo ignorando fecundou.

Sou o tempo quando o tempo não esperou;
Saliva no beijo que não sacia;
Procela saudosa da harmonia,
Daquele oceano que em tempos secou.

Sou os braços num abraço que consome;
Caneta que no cosmos fez o nome
Que até o momento ninguém diz que leu;

Presente de um passado sem futuro
Sou projetil que na razão fez furo
Renascendo o universo que morreu.

Flávio Petrônio,
Campina Grande-PB, Out 2008
Flávio Petrônio

Fonte: Facebook (Linha do tempo do autor)

CANTIGAS E CANTOS

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