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Esse blog tem como objetivo difundir a Música Popular Brasileira em geral, seja ela qual for: a música do Sul, a musica do Cariri, a Pajeuzeira ou mesmo outros ritmos de regiões diferenciadas. Nasci no Sertão do Pajeú, lugar onde a poesia jorra com muita facilidade e que os Poetas do Repente cospem versos com uma precisão incrível. Sempre tive esta curiosidade de fazer postagens e construir um blog. Aliás, criar um blog é simples e rápido, mas, o difícil mesmo é mantê-lo vivo e pulsante. Uma tarefa difícil e tem que ser feita com muita dedicação e precisão, sei que às vezes agradamos a uns e desagradamos a outros; também pudera, não somos perfeitos e isso acontece em todas as áreas e campos de trabalho. E para que o blog aconteça, tenho que desafiar o meu tempo e fazer propagar até aqueles que acessam e fazem aquisições de temas no gênero da música, da poesia e outros segmentos da cultura brasileira. Não tenho a experiência de um Blogueiro profissional, mas, como se diz: “Experiência só se conquista com tempo, perseverança e dedicação”. É isso aí, espero que curtam esse espaço que faço com exclusividade para vocês.


Obs.: Do lado direito do seu monitor adicionei uma rádio (Cantigas e Cantos) com a finalidade de que você leia e ao mesmo tempo ouça uma seleção musical exclusivamente feita por mim. Também inserí fotos Antigas da Capital da Poesia (S. José do Egito), fotos retiradas do Baú do Jornalista Marcos Cirano.


Texto: Gilberto Lopes

Criador do Blog.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Poesia: "Vou no trem da saudade todo dia Visitar o lugar que fui criado", um mote glosado por Gregório Filó


Vou no trem da saudade todo dia
Visitar o lugar que fui criado.

Os amigos com quem eu me encontrava
Pra brincar todo dia sem sobrosso
Jogar bola e tomar banho de poço
Quando não dava pé, e quando dava
As veredas por onde eu caminhava
Para ir pra escola ou pro roçado
Tudo aquilo que havia no passado 
No presente momento se recria
Vou no trem da saudade todo dia
Visitar o lugar que fui criado.

Minha terra não tem aeroporto
Sem asfalto, as estradas não são boas
Não tem mar para a gente usar canoas
Só um rio modesto, estreito e torto
Mesmo assim enfrentando desconforto
Utilizo um transporte ultrapassado
No vagão da memória, empoeirado
Eu viajo na minha fantasia
Vou no trem da saudade todo dia
Visitar o lugar que fui criado.

Gregório Filó

Mote de Júnior Cordeiro
Gregorio Filomeno Menezes

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