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Para Que Vim


Esse blog tem como objetivo difundir a Música Popular Brasileira em geral, seja ela qual for: a música do Sul, a musica do Cariri, a Pajeuzeira ou mesmo outros ritmos de regiões diferenciadas. Nasci no Sertão do Pajeú, lugar onde a poesia jorra com muita facilidade e que os Poetas do Repente cospem versos com uma precisão incrível. Sempre tive esta curiosidade de fazer postagens e construir um blog. Aliás, criar um blog é simples e rápido, mas, o difícil mesmo é mantê-lo vivo e pulsante. Uma tarefa difícil e tem que ser feita com muita dedicação e precisão, sei que às vezes agradamos a uns e desagradamos a outros; também pudera, não somos perfeitos e isso acontece em todas as áreas e campos de trabalho. E para que o blog aconteça, tenho que desafiar o meu tempo e fazer propagar até aqueles que acessam e fazem aquisições de temas no gênero da música, da poesia e outros segmentos da cultura brasileira. Não tenho a experiência de um Blogueiro profissional, mas, como se diz: “Experiência só se conquista com tempo, perseverança e dedicação”. É isso aí, espero que curtam esse espaço que faço com exclusividade para vocês.


Obs.: Do lado direito do seu monitor adicionei uma rádio (Cantigas e Cantos) com a finalidade de que você leia e ao mesmo tempo ouça uma seleção musical exclusivamente feita por mim. Também inserí fotos Antigas da Capital da Poesia (S. José do Egito), fotos retiradas do Baú do Jornalista Marcos Cirano.


Texto: Gilberto Lopes

Criador do Blog.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Poesia: "À vinda da primavera", um soneto de Anderson Braga Horta


À VINDA DA PRIMAVERA

Tange Natura plectros infantes de sons e cores.
Sobe nos humos, desce nos ares a Primavera.
No céu, na terra, no mar, nos charcos, em tudo impera,
cantando, a ronda das esperanças e dos amores.

Raiz e pétala, haste e corola, cálice e antera –
de tudo exala meigos aromas a alma das flores.
Aonde os cinzas, aonde os neutros? Onde eram dores?
Sonhos florescem, risos ensaiam-se: é Primavera!

É Primavera! Germens de chuva… céus de aliança!
Perfumes de ouro, verdes cantigas, rubra bonança!
Sóis e luares congeminados no coração!

E nos espaços mais interiores do pensamento
nasce uma aurora que, nos arroubos do sentimento,
geme os acordes doces e tênues de uma canção…

Anderson Braga Horta


A hora da Poesia – Jornal Besta Fubana

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