Iluminando o pico majestoso,
Do gigantesco dorso sinuoso
Da tão acidentada Borborema.
E embaixo o terreno pedregoso,
Ouve-se o canto ingênuo e harmonioso
Da inocente pernalta, a seriema.
A flora se sacode, a fauna grita,
Um raio irado desce e a penha abre.
E rodopiando como roda bamba
Apaga a luz detrás da Serra-Jabre.

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