
INVISÍVEL
Como
a lágrima na chuva é invisível
Se perdendo na grande tempestade,
O meu verso, já não mais te invade,
Por isso, tornou-se imperceptível.
Se perdendo na grande tempestade,
O meu verso, já não mais te invade,
Por isso, tornou-se imperceptível.
Ele, que em meu peito pulsa visível,
Para ti já não tem mais claridade,
Vou guardá-lo no cofre da verdade
Para que ele não seja perecível.
Para ti já não tem mais claridade,
Vou guardá-lo no cofre da verdade
Para que ele não seja perecível.
Nos meus versos pra ti, coloquei flores!
Foram sempre enfeitados de fulgores
Como a luz cintilante de uma aurora.
Foram sempre enfeitados de fulgores
Como a luz cintilante de uma aurora.
Mas o ocaso voraz da indiferença,
Fez o verso, perder-se na sentença,
De uma noite que o carregou embora.
Fez o verso, perder-se na sentença,
De uma noite que o carregou embora.
Gilmar Leite

Fonte: Facebook do Autor/poeta
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